ser pioneiro. Dureza que gera espirito. Um prêmio moral. Athos BulcãoAthos Bulcão

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Athos Bulcão, artista plástico brasileiro nasceu no Rio de Janeiro em 2 de Julho de 1918 e faleceu em Brasília, 31 de Julho de 2008.

Athos Bulcão, trabalhou como assistente de Cândido Portinari no painel de São Francisco de Assis da Igreja da Pampulha, em Belo Horizonte, na década de 1940; mudou-se logo para Paris e viveu lá até o final da década de 1940. Dedicou-se grandemente na construção de Brasilia, colaborando nos projetos do arquiteto Oscar Niemeyer onde fez-se necessário a sua mudança definitiva para a nova capital brasileira em 18 de agosto de 1958.

Faleceu aos 90 anos de idade no Hospital Sarah Kubitschek da Asa Sul em Brasília, devido a complicações do mal de Parkinson.

Athos Bulcão é responsável pelo conjunto de uma obra de qualidade artística inigualável. Artista múltiplo, sua arte está ao alcance do cidadão em seu trajeto cotidiano: no parque, nos muros, nas escolas, nos edifícios residenciais e nos prédios públicos. Como diria o arquiteto e amigo pessoal, João Filgueiras Lima, o Lelé, “como pensar o Teatro Nacional sem os relevos admiráveis que revestem as duas empenas do edifício, ou o espaço magnífico do salão do Itamaraty sem suas treliças coloridas?“, difícil imaginar.

Athos Bulcão cursou medicina, mas abandonou-a por amor à arte. Expôs sua obra nos mais importantes espaços culturais do país. Viajou pelo mundo afora e por lá deixou a sua marca. Seus painéis podem ser vistos na França, Itália, Argélia, Argentina, Cabo Verde, dentre outros tantos. Trabalhou no Ministério da Educação e na extinta Novacap. Lecionou no Instituto de Artes da Universidade de Brasília. Foi condecorado pelo governo brasileiro com a “Ordem Rio Branco” e “Ordem do Mérito Cultural”. Recebeu o título Doutor Honoris Causa pela Universidade de Brasília, a “Medalha Mérito da Alvorada” do Governo do Distrito Federal, e o título de “Cidadão Honorário de Brasília”, concedido pela Câmara Legislativa. Todos os títulos e condecorações o emocionaram, não tanto quanto a criação da Fundação que o homenageia e que há 15 anos preserva, documenta, promove e divulga sua obra junto aos jovens, estudantes de escolas públicas e particulares, professores, artistas, jornalistas e a comunidade em geral.

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